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Protocolo de Manchester: entenda tudo sobre essa ferramenta

Publicado em
1/9/2023
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O Protocolo de Manchester é um sistema muito importante utilizado pelas unidades de saúde no mundo todo. Ele auxilia os profissionais da área, como médicos e enfermeiros, a organizarem o atendimento dos pacientes de forma eficiente.

Um dos seus principais benefícios é a facilidade da sua aplicação, tornando o acolhimento dos pacientes e identificação da urgência dos atendimentos padronizada e descomplicada. Para que isso seja possível, o protocolo divide os pacientes em diferentes níveis de risco, o que ajuda a estabelecer a ordem de prioridade dos atendimentos.

Se você quer entender como essa classificação funciona, continue acompanhando o conteúdo. A seguir, iremos explicar pontos importantes como:

  • A história do protocolo e como ele é aplicado;
  • O significado das cores do Protocolo de Manchester;
  • Como funciona na prática: critérios para avaliar o risco;
  • Outros protocolos referência na classificação de risco;

Acompanhe a leitura e aprenda mais sobre esse assunto relevante para a área da saúde!

Qual é a escala de Manchester?

Bom, antes de mais nada, é importante explicar como funciona o processo de triagem utilizando o Protocolo de Manchester.

Ao buscar um atendimento de saúde, o paciente precisa passar por essa primeira etapa, que ajuda a identificar a gravidade do seu caso para receber o encaminhamento adequado.

Isso é feito dividindo as pessoas em 5 grupos, representados pelas cores vermelho, laranja, amarelo, verde e azul. Uma vez identificado o risco, a ordem de atendimento é definida – sempre priorizando que as emergências sejam atendidas primeiro.

Isso possibilita uma resposta mais rápida e eficaz e contribui para otimizar o fluxo de pacientes nas unidades de saúde. Além disso, o Protocolo de Manchester auxilia na comunicação entre os profissionais de saúde, já que o sistema de classificação é padronizado e amplamente utilizado, facilitando a compreensão e troca de informações sobre o estado do paciente entre diferentes membros da equipe.

Um ponto a ser destacado é que a aplicação do protocolo não significa um diagnóstico em si, apenas orienta a classificação de risco de determinado paciente.

O que é classificação de risco baseado no Protocolo de Manchester?

Como você viu, sua principal função é priorizar e classificar os pacientes que chegam a uma unidade de saúde de acordo com a gravidade de seus sintomas e necessidades. A seguir, detalhamos mais sobre os grupos de classificação.

O que significam as cores:

Vermelho: essa cor é destinada para casos de máxima urgência. São pacientes com quadros clínicos gravíssimos e risco de morte, como queimaduras em mais de 25% do corpo, parada cardiorrespiratória, problemas respiratórios, crises de convulsão e traumatismo. Nesses casos, o atendimento deve ser imediato.

Laranja: a cor laranja representa quadros graves, mas com uma urgência menor que o vermelho. Normalmente, esses pacientes têm uma estabilidade maior. Exemplos incluem arritmia cardíaca (desde que estável), cefaleia intensa e de rápida progressão, suspeita de AVC e infarto, e dores muito severas. O tempo médio de espera aceitável para essa categoria é de até 10 minutos.

Amarelo: os quadros clínicos classificados pela cor amarela são de gravidade moderada. Esses pacientes necessitam de uma avaliação detalhada, mas podem aguardar o atendimento por mais tempo. Exemplos são picos de hipertensão arterial, hemorragias moderadas, sinais vitais irregulares, vômito intenso e desmaios. O tempo de espera neste caso é de, no máximo, 50 minutos.

Verde: a cor verde indica casos de menor gravidade, que não exigem atendimento urgente e podem esperar mais. Se necessário, esses pacientes podem ser encaminhados para outras unidades para evitar a superlotação. Exemplos são febre sem alteração nos sinais vitais, hemorragia sob controle, dores leves, resfriados e viroses. O tempo de espera máximo para esses pacientes é de duas horas.

Azul: indica os atendimentos mais simples, que podem aguardar sem complicações ou até mesmo serem encaminhados para outros serviços de saúde. Aqui se encaixam condições clínicas que não apresentam risco para a saúde ou a vida do paciente. Exemplos incluem aplicação de medicação com receita, dores crônicas já diagnosticadas, troca de sondas ou curativos. Esses casos aceitam até quatro horas de espera para atendimento, conforme o método de triagem de Manchester.

Uma breve história do Protocolo de Manchester

O Protocolo de Manchester foi desenvolvido entre 1994 e 1995 e teve sua primeira aplicação na cidade de Manchester, na Inglaterra, em 1997. Como o nome sugere, ele recebeu esse nome devido ao local onde foi implementado.

A eficácia do processo de triagem logo chamou a atenção dos profissionais de saúde e das instituições, e rapidamente se espalhou por todo o Reino Unido e, posteriormente, pelo mundo inteiro.

A classificação do protocolo é baseada em escalas de urgência, o que ajuda a identificar os casos mais graves, trazendo agilidade, padronização e organização ao serviço de atendimento.

No Brasil, ele veio a ser aplicado mais de uma década depois, em Minas Gerais, com o objetivo de diminuir filas em hospitais e otimizar o socorro aos casos mais graves. Dado a sua contribuição para a gestão dos atendimentos, não é à toa que se tornou um dos principais protocolos ao redor do mundo, sendo reconhecido como um padrão altamente eficiente para unidades de saúde.

Além das vantagens mencionadas anteriormente, implementar o protocolo de triagem nas unidades de saúde oferece outros benefícios importantes:

  • Garante o alinhamento entre todos os profissionais da unidade, facilitando a comunicação e o trabalho em equipe;
  • Contribui para a segurança e satisfação dos pacientes, pois ajuda a identificar rapidamente os casos mais urgentes e a dar a atenção necessária a cada um;
  • Reduz os índices de óbito e o agravamento de quadros clínicos, uma vez que os pacientes são atendidos de forma mais eficiente e organizada;
  • Permite o encaminhamento correto de cada caso, garantindo que os pacientes sejam direcionados para os setores e especialidades adequadas;
  • Estabelece um padrão para os atendimentos, tornando o processo mais uniforme e previsível para todos os envolvidos;
  • Evita filas desorganizadas e superlotação, otimizando o fluxo de pacientes na unidade de saúde;
  • Auxilia na gestão hospitalar, proporcionando informações importantes sobre a demanda de atendimentos e a necessidade de recursos.

Atualmente, o Protocolo de Manchester é um sistema global que contribui diariamente para facilitar o atendimento nas unidades de saúde. Sua utilização ajuda a priorizar os pacientes mais necessitados e a melhorar a qualidade do cuidado prestado.

Quais os 4 principais protocolos da classificação de risco no mundo?

Além do Manchester, existem três outros protocolos amplamente utilizados em unidades de saúde mundialmente. Conheça mais sobre eles:

  • Sistema de Triagem de Emergência (Emergency Severity Index - ESI): Esse protocolo é bastante usado nos Estados Unidos e em outros países. Ele também utiliza cores para classificar os pacientes, mas prioriza a gravidade da condição médica e a rapidez necessária no atendimento.
  • Sistema Australiano de Triagem de Emergência (Australasian Triage Scale - ATS): O ATS é amplamente adotado na Austrália e na Nova Zelândia. Nesse sistema, os pacientes são classificados numericamente de acordo com a gravidade das condições médicas e a urgência do atendimento.
  • Canadian Triage and Acuity Scale (CTAS): O CTAS é utilizado no Canadá e também usa uma classificação numérica para avaliar a gravidade dos sintomas e a necessidade de atendimento.

Como classificar na triagem?

Quando um paciente chega à unidade de saúde, o primeiro passo é verificar seus sinais vitais e identificar os sintomas. Depois disso, ele passa pela classificação de risco.

Nessa etapa, os profissionais utilizam fluxogramas que ajudam a determinar a ordem de prioridade dos casos. É interessante saber que o protocolo possui 55 fluxogramas de decisão, que orientam os profissionais na identificação da gravidade em diversas situações.

Esses fluxogramas são ferramentas valiosas para garantir que os pacientes sejam atendidos de acordo com a real urgência de suas necessidades, tornando o processo de triagem mais ágil e eficiente. Isso é super importante para oferecer um atendimento de qualidade e garantir que os cuidados necessários sejam prestados a todos os pacientes.

Quem é o profissional responsável pela aplicação do Protocolo Manchester?

De acordo com o Cofen (Conselho Federal de Enfermagem), conforme descrito na resolução 661/2021, o enfermeiro é quem fica responsável pelo processo de classificação de riscos e prioridades.

Esse enfermeiro conduz a avaliação e classificação, assegurando que o atendimento aos pacientes seja ágil e eficiente.

É fundamental destacar aqui a importância do comprometimento e da colaboração entre todos os profissionais da unidade para que o protocolo funcione da melhor forma na prática.

Trabalhando juntos, os profissionais de saúde podem garantir que cada paciente receba a atenção necessária de acordo com a gravidade do seu caso, proporcionando um cuidado de qualidade e garantindo a segurança e satisfação dos pacientes.

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Protocolo de Manchester: entenda tudo sobre essa ferramenta

O Protocolo de Manchester é uma das ferramentas mais importantes no dia a dia do profissional de saúde. Entenda como ela funciona na prática!
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1/9/2023

O Protocolo de Manchester é um sistema muito importante utilizado pelas unidades de saúde no mundo todo. Ele auxilia os profissionais da área, como médicos e enfermeiros, a organizarem o atendimento dos pacientes de forma eficiente.

Um dos seus principais benefícios é a facilidade da sua aplicação, tornando o acolhimento dos pacientes e identificação da urgência dos atendimentos padronizada e descomplicada. Para que isso seja possível, o protocolo divide os pacientes em diferentes níveis de risco, o que ajuda a estabelecer a ordem de prioridade dos atendimentos.

Se você quer entender como essa classificação funciona, continue acompanhando o conteúdo. A seguir, iremos explicar pontos importantes como:

  • A história do protocolo e como ele é aplicado;
  • O significado das cores do Protocolo de Manchester;
  • Como funciona na prática: critérios para avaliar o risco;
  • Outros protocolos referência na classificação de risco;

Acompanhe a leitura e aprenda mais sobre esse assunto relevante para a área da saúde!

Qual é a escala de Manchester?

Bom, antes de mais nada, é importante explicar como funciona o processo de triagem utilizando o Protocolo de Manchester.

Ao buscar um atendimento de saúde, o paciente precisa passar por essa primeira etapa, que ajuda a identificar a gravidade do seu caso para receber o encaminhamento adequado.

Isso é feito dividindo as pessoas em 5 grupos, representados pelas cores vermelho, laranja, amarelo, verde e azul. Uma vez identificado o risco, a ordem de atendimento é definida – sempre priorizando que as emergências sejam atendidas primeiro.

Isso possibilita uma resposta mais rápida e eficaz e contribui para otimizar o fluxo de pacientes nas unidades de saúde. Além disso, o Protocolo de Manchester auxilia na comunicação entre os profissionais de saúde, já que o sistema de classificação é padronizado e amplamente utilizado, facilitando a compreensão e troca de informações sobre o estado do paciente entre diferentes membros da equipe.

Um ponto a ser destacado é que a aplicação do protocolo não significa um diagnóstico em si, apenas orienta a classificação de risco de determinado paciente.

O que é classificação de risco baseado no Protocolo de Manchester?

Como você viu, sua principal função é priorizar e classificar os pacientes que chegam a uma unidade de saúde de acordo com a gravidade de seus sintomas e necessidades. A seguir, detalhamos mais sobre os grupos de classificação.

O que significam as cores:

Vermelho: essa cor é destinada para casos de máxima urgência. São pacientes com quadros clínicos gravíssimos e risco de morte, como queimaduras em mais de 25% do corpo, parada cardiorrespiratória, problemas respiratórios, crises de convulsão e traumatismo. Nesses casos, o atendimento deve ser imediato.

Laranja: a cor laranja representa quadros graves, mas com uma urgência menor que o vermelho. Normalmente, esses pacientes têm uma estabilidade maior. Exemplos incluem arritmia cardíaca (desde que estável), cefaleia intensa e de rápida progressão, suspeita de AVC e infarto, e dores muito severas. O tempo médio de espera aceitável para essa categoria é de até 10 minutos.

Amarelo: os quadros clínicos classificados pela cor amarela são de gravidade moderada. Esses pacientes necessitam de uma avaliação detalhada, mas podem aguardar o atendimento por mais tempo. Exemplos são picos de hipertensão arterial, hemorragias moderadas, sinais vitais irregulares, vômito intenso e desmaios. O tempo de espera neste caso é de, no máximo, 50 minutos.

Verde: a cor verde indica casos de menor gravidade, que não exigem atendimento urgente e podem esperar mais. Se necessário, esses pacientes podem ser encaminhados para outras unidades para evitar a superlotação. Exemplos são febre sem alteração nos sinais vitais, hemorragia sob controle, dores leves, resfriados e viroses. O tempo de espera máximo para esses pacientes é de duas horas.

Azul: indica os atendimentos mais simples, que podem aguardar sem complicações ou até mesmo serem encaminhados para outros serviços de saúde. Aqui se encaixam condições clínicas que não apresentam risco para a saúde ou a vida do paciente. Exemplos incluem aplicação de medicação com receita, dores crônicas já diagnosticadas, troca de sondas ou curativos. Esses casos aceitam até quatro horas de espera para atendimento, conforme o método de triagem de Manchester.

Uma breve história do Protocolo de Manchester

O Protocolo de Manchester foi desenvolvido entre 1994 e 1995 e teve sua primeira aplicação na cidade de Manchester, na Inglaterra, em 1997. Como o nome sugere, ele recebeu esse nome devido ao local onde foi implementado.

A eficácia do processo de triagem logo chamou a atenção dos profissionais de saúde e das instituições, e rapidamente se espalhou por todo o Reino Unido e, posteriormente, pelo mundo inteiro.

A classificação do protocolo é baseada em escalas de urgência, o que ajuda a identificar os casos mais graves, trazendo agilidade, padronização e organização ao serviço de atendimento.

No Brasil, ele veio a ser aplicado mais de uma década depois, em Minas Gerais, com o objetivo de diminuir filas em hospitais e otimizar o socorro aos casos mais graves. Dado a sua contribuição para a gestão dos atendimentos, não é à toa que se tornou um dos principais protocolos ao redor do mundo, sendo reconhecido como um padrão altamente eficiente para unidades de saúde.

Além das vantagens mencionadas anteriormente, implementar o protocolo de triagem nas unidades de saúde oferece outros benefícios importantes:

  • Garante o alinhamento entre todos os profissionais da unidade, facilitando a comunicação e o trabalho em equipe;
  • Contribui para a segurança e satisfação dos pacientes, pois ajuda a identificar rapidamente os casos mais urgentes e a dar a atenção necessária a cada um;
  • Reduz os índices de óbito e o agravamento de quadros clínicos, uma vez que os pacientes são atendidos de forma mais eficiente e organizada;
  • Permite o encaminhamento correto de cada caso, garantindo que os pacientes sejam direcionados para os setores e especialidades adequadas;
  • Estabelece um padrão para os atendimentos, tornando o processo mais uniforme e previsível para todos os envolvidos;
  • Evita filas desorganizadas e superlotação, otimizando o fluxo de pacientes na unidade de saúde;
  • Auxilia na gestão hospitalar, proporcionando informações importantes sobre a demanda de atendimentos e a necessidade de recursos.

Atualmente, o Protocolo de Manchester é um sistema global que contribui diariamente para facilitar o atendimento nas unidades de saúde. Sua utilização ajuda a priorizar os pacientes mais necessitados e a melhorar a qualidade do cuidado prestado.

Quais os 4 principais protocolos da classificação de risco no mundo?

Além do Manchester, existem três outros protocolos amplamente utilizados em unidades de saúde mundialmente. Conheça mais sobre eles:

  • Sistema de Triagem de Emergência (Emergency Severity Index - ESI): Esse protocolo é bastante usado nos Estados Unidos e em outros países. Ele também utiliza cores para classificar os pacientes, mas prioriza a gravidade da condição médica e a rapidez necessária no atendimento.
  • Sistema Australiano de Triagem de Emergência (Australasian Triage Scale - ATS): O ATS é amplamente adotado na Austrália e na Nova Zelândia. Nesse sistema, os pacientes são classificados numericamente de acordo com a gravidade das condições médicas e a urgência do atendimento.
  • Canadian Triage and Acuity Scale (CTAS): O CTAS é utilizado no Canadá e também usa uma classificação numérica para avaliar a gravidade dos sintomas e a necessidade de atendimento.

Como classificar na triagem?

Quando um paciente chega à unidade de saúde, o primeiro passo é verificar seus sinais vitais e identificar os sintomas. Depois disso, ele passa pela classificação de risco.

Nessa etapa, os profissionais utilizam fluxogramas que ajudam a determinar a ordem de prioridade dos casos. É interessante saber que o protocolo possui 55 fluxogramas de decisão, que orientam os profissionais na identificação da gravidade em diversas situações.

Esses fluxogramas são ferramentas valiosas para garantir que os pacientes sejam atendidos de acordo com a real urgência de suas necessidades, tornando o processo de triagem mais ágil e eficiente. Isso é super importante para oferecer um atendimento de qualidade e garantir que os cuidados necessários sejam prestados a todos os pacientes.

Quem é o profissional responsável pela aplicação do Protocolo Manchester?

De acordo com o Cofen (Conselho Federal de Enfermagem), conforme descrito na resolução 661/2021, o enfermeiro é quem fica responsável pelo processo de classificação de riscos e prioridades.

Esse enfermeiro conduz a avaliação e classificação, assegurando que o atendimento aos pacientes seja ágil e eficiente.

É fundamental destacar aqui a importância do comprometimento e da colaboração entre todos os profissionais da unidade para que o protocolo funcione da melhor forma na prática.

Trabalhando juntos, os profissionais de saúde podem garantir que cada paciente receba a atenção necessária de acordo com a gravidade do seu caso, proporcionando um cuidado de qualidade e garantindo a segurança e satisfação dos pacientes.

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